Os cientistas estão mais certos do que nunca que uma seca maciça causou o colapso da civilização maia.

Com suas impressionantes pirâmides e domínio incomparável da matemática, escrita e arte, os maias foram uma das civilizações mais bem-sucedidas que surgiram na América do Sul.

Exatamente o que causou o seu eventual colapso, no entanto, permaneceu por muito tempo um tópico de debate.

Agora, analisando amostras de sedimentos recuperadas do Lago Chichancanab, os cientistas conseguiram determinar as condições na península de Yucatán na época do declínio maia.

Suas descobertas confirmam estudos anteriores sugerindo que um período prolongado de seca era o culpado.

“O papel da mudança climática no colapso da civilização maia clássica é um pouco controverso, em parte porque os registros anteriores são limitados a reconstruções qualitativas, por exemplo, se as condições fossem mais úmidas ou mais secas”, disse o estudante de doutorado Nick Evans, da Universidade de Cambridge.

“Nosso estudo representa um avanço substancial, pois fornece estimativas estatisticamente robustas dos níveis de chuva e umidade durante a queda dos maias.”

A pesquisa envolveu a análise dos diferentes isótopos da água presa dentro dos cristais de gesso para calcular as mudanças precisas de umidade e chuva ao longo de centenas de anos.

“Este método é altamente preciso e é quase como medir a própria água”, disse Evans.

é bacharel em administração de empresas e fundador da FragaNet Networks - empresa especializada em comunicação digital e mídias sociais. Em seu portfólio estão projetos como: Google Discovery, TechCult, AutoBlog e Arquivo UFO. Também foi colunista de tecnologia no TechTudo, da Globo.com.

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