George Adamski, a polêmica história do contactado mais famoso da ufologia

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Segundo seu próprio relato, George Adamski teve seu primeiro contato com um homem de outro mundo, às 12:30 h do dia 20 de novembro de 1952.


Tal homem teria vindo à Terra em um disco voador. Uma nave de reconhecimento. Isto aconteceu no deserto californiano próximo à Parker, Arizona. Estavam presentes, também, o sr. George H. Williamson e senhora, o sr. A.C. Bailey e senhora além da secretária de Adamisk de nome Alice. Assim ele descreve o ocorrido :

Adamski“Era pouco mais de meio-dia. Tanto Betty Baley como a senhora Williamson ainda estavam tirando fotografias, quando ouvimos o ruído dos motores de um avião… Observamos o avião enquanto passava quase por cima de nós, até desaparecer no horizonte. Súbita e simultaneamente todos nós voltamos o olhar de novo ao cume da montanha sobre a qual passara o avião. Voando alto e silenciosamente via-se uma gigantesca nave prateada, em forma de charuto, sem asas nem acessórios exteriores de nehuma espécie. Veio em nossa direção, muito lentamente, como se estivesse flutuando. Depois, pareceu pairar, ficando imóvel. O dr. Williamson exclamou nervosamente : Será uma nave do espaço?

À primeira vista parecia ser a fuselagem de um enorme avião. Habituada a duvidar e a reagir em face de nervosismos injustificados e nunca querendo aceitar conclusões precipitadas, especialmente em relação a naves aéreas, Lucy respondeu: Não, George, não me parece que seja!

Não tem asas nem quaisquer acessórios como os nossos aviões – persistiu Williamson. E voltando-se para mim:

O que e que lhe parece Adamski?

Antes que pudesse responder, Lucy interrompeu-nos:

Tens razão, George! Olhem! É todo cor de laranja na parte de cima !

Ficamos todos excitados quando as nossas suspeitas se confirmaram e começamos a falar todos ao mesmo tempo. Alice queria que eu tirasse o telescópio de dentro do carro e fotografasse a bela nave tão próxima. Baley queria que a sua mulher começasse a filmar o objeto enquanto estava a pairar, porém, ela ficara tão nervosa que não conseguiu regular a máquina com precisão. Quando se acalmou, já a nave começara a mover-se de novo. Os dois binóculos que tínhamos passavam rapidamente de mão em mão para que todos pudéssemos ver bem o objeto. E foi com o binóculo que notei uma marca preta, ou escura, no costado, como se tratasse de uma insígnia. Esta marca era inteiramente diversa de qualquer outra que tivesse visto antes. Tendo pertencido à Força Aérea durante a última guerra, o dr. George Williamson conhece as insígnias dos aviões de outros países tão bem quanto as nossas. Uma visão inesquecível.Podia ter sido observada facilmente por qualquer motorista que passasse pela estrada.”

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