Histórias sobrenaturais – Parte 4

veadeiros

"Aquela mancha branca, comprida que se vê perfeitamente nesta foto é conhecida como "a pista". É onde uma professora que dava aulas para as crianças da Bonespero (instituição espirita que cuida de crianças carentes e que faz divisa com a Chapada dos Veadeiros) viu três naves pousadas, em forma discoidal, há alguns anos atrás. Essa mesma "pista" foi fotografada por um grupo de americanos, os "caras" já conhecem cada buraco da região. Impressionante!



O professor Leroi-Gourhan publicou em 1965 o livro "Préhistoire de l’art occidental", com 739 fotos de desenhos e pinturas de cavernas que descobriu não estarem ligados à caça e magia mas sim "símbolos masculinos e femininos complexíssimos…" Segundo o professor a caverna se organizava em função de uma metafísica ainda desconhecida!


O tempo, a bordo de uma espaçonave em viagem, com velocidade próxima à da luz, passa mais vagarosamente do que na Terra ou na Lua. Se a viajem decorrer a 99% da velocidade da luz, transcorrerão somente 14 anos, um mês e 6 dias e meio para a tripulação, enquanto que, para todos os que estiverem na Terra, terão se passado 100 anos.


No Vale da Morte, no deserto de Nevada, existem ruínas de uma cidade que deve ter sido aniquilada por uma grande catástrofe. Ainda hoje vêem-se vestígios de rochas e areia fundida. O calor de uma erupção vulcânica não teria sido suficiente para fundir rochedos. Além disso, o calor, nesse caso, teria queimado primeiro as construções. Atualmente só raios Laser produzem temperatura tão elevada. Singularmente, nessa região não cresce um fio de grama sequer.


A 3.800 metros acima do nível do mar, foram encontrados, nas rochas do planalto desértico de Marcahuasi, esquemas de animais que há 10.000 anos atrás não existiam na América do Sul, como não existem até hoje – camelos e leões.


Engenheiros acharam no Turquestão formações semicirculares de uma espécie de vidro ou cerâmica, cuja origem e significado os arqueólogos desconhecem.


Hadjar-el-Guble, a Pedra do Sul, no Líbano, pesa 2 milhões de quilos. É uma pedra lavrada, no entanto, mãos humanas não poderiam tê-la movido.

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