Pakal, o Antigo Astronauta

Em 1949, o arqueólogo mexicano Alberto Ruz descobriu uma sala abobadada sob o chão do Templo das Inscrições, na qual também descobriu este grande sarcófago. 

A reprodução mais incrível das imagens deste sarcófago em particular foi feita pela professora Marle Greene Roberston, por meio de raspagens em papel de arroz.

A figura humana retratada em relevo naquela laje de pedra tornou-se conhecida como “o astronauta” para alguns; como “Pakal”, um governante maya, para outros. Pelos glifos, pode-se ver o assunto como Pakal; pelo tema visual, pode-se ver algo que se parece com uma nave espacial dentro da qual ele está sentado. 


Pakal parece estar sentado em um painel de controle dentro de um dispositivo de alojamento, muito semelhante às cápsulas espaciais de hoje. Esta escultura em relevo foi datada por volta de 690 da nossa era, quando aparentemente não existiam veículos espaciais; que sabemos de qualquer maneira. 

A postura e o posicionamento de Pakal parecem refletir o conceito de movimento, com seu corpo ligeiramente inclinado para a frente, como se estivesse viajando em direção a um ponto específico, em uma direção particular. 

Hugh Harleston, Jr., em 1974, produziu uma imagem muito vívida e uma análise detalhada da possibilidade de interpretar o dispositivo de habitação de Pakal para representar uma nave espacial. 

Os estudos clássicos revelam uma interpretação desta escultura que identifica seus elementos para representar a árvore direcional do mundo simbolizada pela cruz, enquanto a caixa retrata a ideia das mandíbulas sem carne de uma serpente terrestre.

Se visualizarmos o conceito de movimento sugerido na escultura, surge uma possibilidade de interpretação bem distinta. A posição inclinada para a frente de Pakal parece sugerir a de alguém viajando em alta velocidade, como a conhecemos hoje. 

Com mais de 1300 anos, pode realmente estar registrando um evento de viagem espacial, muito antes de jamais termos pensado que seria possível na Terra; ou mesmo no Universo.

Hoje, procuramos febrilmente no céu por algum sinal ou vestígio de visitantes do espaço sideral; analisamos fervorosamente os círculos nas plantações nos campos de trigo da Inglaterra para possíveis evidências de sua visita agora. 

Talvez tenhamos que examinar o registro histórico com um pouco mais de persistência para ver que os ancestrais da Terra, aqueles que vieram antes de nós, podem possivelmente já ter documentado exatamente essa experiência. 

A obra de arte maia do Templo das Inscrições pode ser apenas um exemplo de documentação histórica.

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