Abdução na Escócia: uma noite inesquecível

Os eventos que se seguem ficaram marcados para sempre na memória de duas famílias escocesas. Essa experiência deixou-os tão traumatizados e desorientados que não conseguem dormir sozinhos. Eles pediram que detalhes particulares não fossem divulgados para preservar sua privacidade, como também não querem nenhuma publicidade.

É difícil não acreditar na sua integridade e honestidade na medida em que o trauma e o medo sofrido pelos adultos e pelas crianças dão essa credibilidade. Antes do incidente as vítimas não tinham nenhum conhecimento ou interesse por UFO’s e muito menos nos que acreditavam. A estória envolve 2 adultos, Mary e Jane e suas crianças, Peter, 10 anos e Susan 14, respectivamente.


Em 23 de setembro ambas as famílias estavam reunidas na casa de Jane quando viram que estavam sem café. Às 20:00 Mary e Jane , acompanhadas por Peter, decidiram ir à um “Stop Shop” a algumas milhas de distância da vila mais próxima. Uma viagem que os levaria a várias estradas remotas. Era uma noite seca e clara e eles comentavam felizes como foi tinha sido seu dia.

Mary, que estava dirigindo, teve sua atenção chamada por uns feixes de luz muito brilhantes que estavam vindo do céu e iluminando o solo. Ela disse “de onde vem essas luzes?”

Enquanto eles se aproximavam das luzes, as testemunhas olharam pelas janelas do carro e viram dois feixes de luz muito fortes, de luz branca, vindo de um objeto escuro parado no céu. Neste instante Jane comentou ” Deve ser um avião” .

A curiosidade logo tomou conta deles e então Mary parou o carro. O campo e s plantações de árvores próximas foram estavam iluminadas como se fosse de dia. O objeto no céu começou a se mover e as luzes emitidas por ele apagaram-se. Momentos depois que seus olhos se acostumaram com a luz perceberam a parte inferior de um enorme objeto triangular, o qual eles estimaram não estar a mais de 70 metros de distância deles. As testemunhas viram o objeto se inclinar lentamente e se virar revelando uma grande cúpula no alto. Agora na parte inferior eles puderam ver um “cacho” de 3 luzes vermelhas em cada vértice do objeto. De repente o som dos motores de um avião se aproximando foi ouvido e o triângulo se afastou muito rápido até ser somente uma pequena luz vermelha no céu. As testemunhas então voltaram para o carro e se dirigiram para seu destino anterior. Durante a viagem eles ficaram discutindo a importância de contar esse fato para alguém, mas não tinham idéia de quem contatar . Quando chegaram ao “Stop Shop” , Jane , que estava perto da prateleiras de revistas viu uma cópia da UFO Magazine. Eles viram um número de telefone de um grupo ufológico e decidiram ligar.

No retorno para casa eles passaram pelo local novamente às 20:30 e pararam o veículo. Uma pequena luz vermelha ainda era visível no céu. De repente ela veio em direção à eles, ” como se estivesse esperando a nossa presença.” De novo o triângulo gigante apareceu , só que dessa vez sem os fortes holofotes. Peter começou a gritar de medo e a mulher tentou , mesmo em choque , confortá-lo. Então, o objeto voltou à sua posição original no céu.

No momento em que chegaram em casa, ainda muito chocados com o que haviam visto, ligaram para o telefone UFO HOTLINE. Os pesquisadores aconselhara-os a pegar binóculos, câmera de filmar e voltar ao local para tentar conseguir alguma imagem. Mas eles não possuíam nenhum dos equipamentos.

Eles discutiram sobre os acontecimentos, mas Susan, que tinha ficado em casa não acreditou no que diziam e pediu para ser levada ao local. Após muita discussão decidiram retornar ao lugar, mas desta vez levaram Susan. Mary, entretanto, estava relutante em levar Peter, mas ele insistiu em ir. Agora eram 21:45. Quando chegaram ao campo, um forte brilho azul apareceu acima do topo das árvores. Para Ter uma visão melhor dirigiram até um beco estreito, parando o carro e deixando as luzes e o motor ligados.

Um grande objeto, parecido com uma estrela, era visível acima do brilho azul. Eles estava pulsando, crescendo e diminuindo alternadamente. Esse objeto emitia luzes coloridas que “atiravam” para o céu ( cores azul, vermelha e verde foram identificadas)

De repente eles perceberam a silhueta de várias pequenas figuras muito magras, que obviamente não eram humanas, se movendo de um lado para o outro. Uma figura , entretanto, era maior do que as outras, tinha uns 2 metros. Outros seres pequenos estavam se movendo entre as árvores. Um objeto grande estava parado no solo, mas era impossível determinar sua forma. As figuras pareciam estar se movendo em direção ao objeto. Agora os observadores tinham visto o suficiente e estavam apavorados, rapidamente tentando achar um local para sair como o carro.

Quando chegaram na casa de Jane, seu irmão ligou dizendo que estava chegando do trabalho. Quando lhe contaram a estória, ele lhes ofereceu um par de binóculos. Eles decidiram voltar ao local para ver se ainda havia alguma movimentação por lá e pegar o binóculo no caminho.

Quando se aproximaram novamente do local, perceberam que ainda aquela luz azul estava brilhando. Mesmo sem os binóculos eles podiam ver os seres entrando e saindo do arvoredo. Eles também viram o ser mais alto com os outros. Quando Jane viu através dos binóculos ela ficou repetindo ” Oh, meu Deus, você tem que ver isso. Oh meu Deus, meu Deus!!!” Ela passou os binóculos para Mary que agora podia ver o objeto parecido com uma estrela mais claro no céu. Ela descreveu o objeto como sendo de uma cor âmbar, com entalhes negros por toda a sua volta. Ele estava rodando devagar e ocasionalmente se inclinava nos seus eixos. Dezenas de pequenas criaturas eram vistas, aparentemente carregando caixinhas e vasilhas tubulares. As figuras maiores pareciam Ter pele marrom e olhos orientais, e estavam de alguma forma supervisionando um grande grupo de seres.

Neste momento Susan e Peter também viram pelos binóculos para confirmar a observação e ficaram estremecidos com o que viram. Jane novamente os pegou e fez a seguinte afirmação:

” Neste momento eu pude ver uma estrela grande que primeiramente eu pensei estar no solo; era um tipo de cápsula transparente iluminada, ondulada , com entalhes e parecendo um cérebro. Tinham alguns seres bem pequenos e magros dentro dela. Perto desta cápsula tinha uma outra menor e do outro lado uma idêntica a primeira. Essa tinha um ser muito alto com a pele marrom. A cápsula estava rodando bem devagar. Então olhei para o solo e vi aquela nave grande que havíamos visto da primeira vez. Parecia estar pousada perto das árvores. Tinha várias luzes ao redor dela e dezenas de pequenas entidades que pareciam estar trabalhando em grupos. Eles iam e vinham do meio das árvores. Pareciam colocar e tirar coisas do solo. Cada grupo carregava pequenas caixas e latas tubulares das árvores até a nave.”

“Eu vi outras cápsulas que pareciam casulos que saiam das árvores e de repente atravessaram o campo e vieram para onde estávamos. Eu estava com muito medo e então comecei a gritar. Os objetos estavam bem perto de nós e pudemos ver que cada cápsula continha um ser bem pequeno. Eles não estavam a mais de 1 metro da gente e eram dezenas deles na nossa frente. Então o pandemônio teve início – Mary, Susan e Peter começaram a gritar. Eu me lembro vagamente de Ter gritado ” Vamos sair fora daqui”, e saí dirigindo até minha casa , terrificada com o que havia acontecido”.

” Depois foi estranho, pois, eu comecei a me lembrar de coisas e de alguma forma eu senti que eles haviam nos levado para sua nave. Eu me lembro do lugar. Era muito brilhante. Eu não podia me mexer e eles faziam coisas comigo. Eles não me machucaram, então me senti feliz. Os pequenininhos estavam sorrindo para mim com seu grandes olhos e tirando coisas de mim e davam para o ser maior. Ele os tocou com um bastão parecido com uma sonda. As criaturas pequenas pareciam Ter entre 1,20m e 1,50m de altura e não tinham nada de humano. O maior tinha o nariz e os olhos parecidos com os de um oriental. Não possuiam nenhuma característica sexual, embora eu não tenha visto toda a forma do seu corpo ou cintura. Eles tinham dois braços e pernas e quando se comunicavam faziam um som estranho – como sons de uma baleia. Eu não os ouvi falando, simplesmente apareceu na minha cabeça.”

” Eu não acho que eles estavam gostando do que estavam fazendo, era somente um trabalho. Pareciam bem eficientes e sabiam exatamente o que faziam. Quando voltei para casa eu estava apavorada e continuei perguntando à Mary, esperando que ela me dissesse que eu tinha imaginado tudo.”

” Mary foi testemunha de tudo e confirmou que isso realmente tinha acontecido. Eu estava tão perturbada com tudo isso que não conseguia dormir sozinha. Dormimos então no mesmo quarto com as luzes acessas. Eu fiquei muito apavorada e com crise nervosa; de fato eu queria que eu estivesse mesmo com crise nervosa. Eu não podia enfrentar isso.”

” A nave era triangular com uma cúpula no topo. Tinha duas luzes brancas gigantes que iluminavam o solo com feixes de luz. Quando as luzes gigantes foram desligadas pude perceber pequenas luzes vermelhas em cada ponta do triângulo.”

” Os seres pequenos tinham grandes olhos escuros e suas cabeças pareciam desproporcionais com o seu corpo. Eles não pareciam Ter bocas. Eu não sei, como eu sei, mas eles devem Ter me dito que os menores eram trabalhadores dos maiores de cor marrom.”

Mary depois relatou a sua estória:

” Nós pudemos ver a luz azul brilhante vindo das árvores. Mesmo a olho nu nos pudemos ver um ser muito alto de costas para a gente pois estava tudo “acesso”. Parecia que tinha uma bola laranja de luz perto dele no chão. Neste momento a Jane estava com os binóculos e ficava repetindo : ” Oh meu Deus. Oh meu Deus, você tem que ver isso!!” Ela eventualmente entregava os binóculos para mim e eu estava assombrada vendo aquele objeto em forma de estrela, que tinha a cor âmbar com marcas escuras por toda a sua volta”.

” Lá tinha muita atividade envolvendo criaturas pequenas na floresta. Num certo momento um ser de pele escura, fisionomia oriental que parecia estar no comando, andou até os seres menores que estavam trabalhando. Eu focalizei com o binóculo as árvores próximas e vi outro ser alto. Ele estava observando os outros seres menores que corriam de um lado para o outro, levando pequenas caixas e objetos tubulares. Eles pareciam estar levando amostras para a nave. Nós deixamos depois Susan e Peter ver para confirmar o evento. Jane pegou os binóculos e disse: ” Oh meu Deus, eles estão saindo de trás das árvores, são centenas deles!” Susan gritou: ” Eles estão vindo em nossa direção!” Eu estava em pânico e desorientada e vi o que pensei ser bolas de luz. Susan disse: ” não são luzes, são “sacos” com alienígenas dentro na nossa frente”. Jane gritou ” Vamos cair fora daqui”. Eu apressadamente engatei a marcha do carro e dirigi o mais rápido possível. Eu nunca poderia imaginar que aqueles “sacos” poderiam ser casulos transparentes e que no último minuto estaríamos totalmente cercados por eles. Eu me lembro que os pequenos seres eram muito magros e com a cabeça grande.”

” Nós chegamos em casa muito abalados e em choque profundo. Jane e eu estávamos chorando e tentando achar explicações para o que vimos. Por muitos dias nenhum de nós conseguiu dormir direito.”

” Os efeitos desses incidentes ficarão sempre conosco. Não há dúvida em nossa cabeça sobre o que vimos e não queremos qualquer publicidade sobre isso.”

Susan e Peter relataram estórias parecidas e descreveram com detalhes como aconteceu o encontro final

Mary disse: ” Nós estávamos sentados dentro do carro com os vidros abertos olhando as luzes coloridas. Jane estava com os binóculos, quando de repente dezenas de coisas parecidas com bolhas saíram do meio das árvores e cruzou o campo em nossa direção. Eu gritei “eles estão vindo para cá!” e todos nós entramos em pânico e começamos a gritar. Depois todas essas bolhas estavam ao nosso redor, a mais ou menos 1,5m de distância no céu. Eles não se moviam. Todas eram parecidas ,e nós podíamos ver através delas. Todas tinham pequenas criaturas dentro. Eles tinham grandes olhos negros e cabeças enormes. Pareciam Ter um corpo de cor escura e estranhas bocas.”

” Nós estávamos muito amedrontados e gostaríamos de esquecer de tudo.”

O pesquisador de campo Brian Rooney entrevistou as testemunhas e revistou a cena dos incidentes. Ele achou áreas de grama queimada e aparentemente marcadas com pressão. Algumas marcas eram do tipo semicircular, queimadas e com grama morta. Os galhos das árvores adjacentes estavam cobertos com o que parecia um tipo de teia branca de aranha, mas ele achou que isso poderia ser teia de aranha normal. Os arbustos estavam totalmente cobertos por esse material como se um vento muito forte tivesse o espalhado.

Amostras foram coletadas, incluindo madeira e grama queimada. Brian tinha certeza que alguma coisa tinha ocorrido no solo. Não havia acesso para veículos a motor e a estrada de terra mais próxima do local do incidente ficava a uns duzentos metros. Ele tirou umas fotos, incluindo fotografias do local de onde as vítimas pararam o carro.

Eu falei com as famílias em várias ocasiões e eles ainda choram quando lembram do assunto.

Eu gostaria muito de ouvir como o Ministro da Defesa explicaria tal ocorrência e eu duvido que esse caso não despertaria interesse no Ministro ou na Comunidade Científica. O tempo será o juiz da veracidade deste caso e dos recentes relatos de enormes objetos triangulares que indica que estamos mais perto do que nunca deles.

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