O que realmente aconteceu na superfície da Lua?

“O que você está vendo Apollo?”

“Esses ‘bebês’ são enormes senhor! Enormes!”


“Oh, meu Deus! Você não acreditaria nisso!”

“Estou lhe dizendo que tem outras espaçonaves lá fora, elas estão alinhadas na borda de uma cratera! Elas estão na lua nos esperando!”

Essa foram as palavras ditas por Neil Armstrong, o primeiro homem a pisar na lua, e captadas por centenas de rádio amadores ao redor do mundo naquele 21 de julho de 1969.

O homem finalmente aumentava as suas fronteiras e concretizava um dos seus maiores sonhos: chegar à lua. Mas não fomos os primeiros nem os únicos a fazer isso.

Mesmo com várias fotografias tiradas de Objetos Voadores não Identificados na superfície lunar e dos módulos de quase todas as missões espaciais terrestres, a NASA e principalmente o governo americano, continuam negando o fato.

De acordo com relatos não oficiais, tanto Neil quanto Edwin “Buzz” Aldrin, viram UFOs logo após a alunissagem.

Timoth Good, autor dos livros “Above TOP-Secret” e “Beyond TOP-Secret”, escreveu num dos seus livros, que se lembrava de ter ouvido pela televisão um astronauta falando algo à respeito de uma luz próxima à uma cratera. Quando o controle da missão pediu mais informações o áudio desapareceu…coincidência?

Em 1979, Maurice Chatelain, um ex-especialista de comunicações da NASA, confirmou que Armstrong tinha visto dois UFOs na beira de uma cratera.

“O encontro é de conhecimento de todos na NASA”, disse, “mas ninguém havia dito nada até agora”.

Entretanto os cientistas soviéticos foram os primeiros a confirmar o incidente.

“De acordo com as nossas informações, o encontro foi imediatamente reportado após a alunissagem do módulo”, disse o Dr. Vladmir Azhaza, um físico e professor de matemática da Universidade de Moscou.

Neil Armstrong retransmitiu ao controle da missão que dois enormes objetos estavam os observando, depois que estes mesmos objetos pousaram próximo ao módulo. Mas essa mensagem nunca foi ouvida pelo público, pois a NASA a censurou.

Outro cientista soviético, o Dr. Aleksand Kazanstev, disse que “Buzz” Aldrin filmou os objetos ´in color ´ de dentro do módulo, e continuou depois de Neil havia descido.

O Dr. Azhaza falou ainda que os UFOs partiram alguns minutos depois que os astronautas pisaram em solo lunar.

Maurice Chantelain confirmou ainda que as transmissões da Apollo 11 foram interrompidas por várias vezes para esconder as notícias do público.

O porta-voz chefe da NASA, John McLeaish, negou que a agência houvesse feito isso, mas admitiu que a transmissão demorava um pouco para chegar à Terra, por causa do processo eletrônicos.

Maurice também disse que os astronautas tinham um código secreto para informar o controle da missão quando avistassem algo incomum.

Certos termos seriam as palavras fire (fogo) e Santa Claus (Papai Noel).

Em 1968, a missão Apollo 8, tripulada pelos astronautas Borman, Lowell e Anders, fazia o seu primeiro vôo em torno da lua, quando enviaram a seguinte mensagem à Houston :

“Temos o prazer de informar ao presidente dos Estados Unidos da América, às nossas esposas e famílias e à toda equipe da NASA, que Papai Noel existe. Papai Noel é enorme, esférico e muito brilhante…e parece estar nos seguindo em vôo paralelo”.

Maurice tem um curruculum impressionante. Seu primeiro emprego foi como engenheiro mecânico, especializado em telecomunicações, telemetria e radar, na Convair, na França. Anos depois foi-lhe oferecido um trabalho na equipe que desenvolvia o sistema de comunicação e processamento de dados da Apollo 11, na North American Aviation.

Chantelain também afirmou que tanto os vôos da Apollo como os da Gemini foram seguidos, muitas vezes bem próximos por UFOs no espaço.

Todas as vezes que isso acontecia o controle da missão era informado

Quando perguntado sobre essas afirmações o Dr. Paul Lowman, do Centro de Vôo Espacial Goddard, da NASA, respondeu:

“A maioria das comunicações de rádio da tripulação da Apollo 11 realmente atrasou um pouco em relação ao tempo real da Terra. Eu não acredito que algumas pessoas ainda afirmam que nós estamos escondendo alguma informação sobre a existência de atividades extraterrestres na lua”.

“A confirmação da existência de vida extraterrestre, mesmo que através de rádio, seria a maior descoberta da ciência em todos os tempos”.

“A idéia de que a NASA estaria escondendo algo do público é absurda. Não somente algumas dúzias de astronautas teriam que jurar não divulgar nada, mas centenas de engenheiros, técnicos, secretários, também teriam que fazer o mesmo”.

Mas nem todas as comunicações entre os astronautas e o controle da missão são de domínio público como a NASA admite.

John McLeish explicou que em 1970, embora não houvesse uma freqüência diferente para um comunicação secreta, ela era cortada sob a solicitação de um astronauta para que pudesse falar algo em particular, principalmente sobre problemas de saúde.

Os rumores sobre a Apollo 11ainda persistiam.

Em 1988, o ex-major Colman VonKeviczky, agora um ufólogo baseado em Nova York, foi informado por uma pessoa conhecida de Neil Armstrong, que 3 objetos haviam sido relatados e depois fotografados próximos à Apollo pela sua tripulação quando estavam a somente a poucos quilômetros da órbita lunar.

Essa pessoa disse mais, que silhuetas de seres alienígenas foram vistas dentro dos objetos, e que enquanto o módulo Eagle se aproximava para o pouso, três objetos e não dois como se pensava antes, já estavam sobre a superfície lunar e haveriam alienígenas ao seus lados.

Neil Armstrong teria então desobedecido as ordens de Houston para não sair do módulo, e por isso foi desligado do programa espacial.

Em um simpósio da NASA feito na Europa, um certo professor conversou com Neil Armstrong em seu quarto à noite. Parte da conversa teria sido esta:

P: O que realmente aconteceu na lua?

N.A: Foi incrível. É claro que sabíamos que existia essa possibilidade, o fato é que nós fomos “intimidados” pelos alienígenas.

P: O que você quer dizer com “intimidados” ?

N.A: Eu não posso contar mais detalhes, só sei que as naves deles eram muito superiores à nossa em tecnologia e tamanho – amigo, eram enormes! E ameaçadoras.

P: Mas a NASA teve outras missões depois da Apollo 11?

N.A: Naturalmente. A NASA tinha um compromisso na época, e não podia colocar a Terra em pânico, mas realmente houve alguma coisa.

Mais tarde Armstrong foi perguntado mais uma vez sobre as suas afirmações. Ele confirmou que a estória era verdadeira, mas se recusou a entrar em mais detalhes, mesmo assim admitiu que a CIA estaria por trás do acobertamento.

O que Neil tem a dizer oficialmente?

“As suas fontes estão completamente equivocadas. Nenhum objeto foi reportado, filmado, encontrado ou visto pela Apollo11 ou qualquer outra missão do programa Apollo, a não ser objetos de origem natural. Todas as observações feitas pela Apollo foram divulgadas para o público”.

Após a estória da Apollo 11, uma outra estória atormentadora foi contada por um aviador espanhol, José Antonio Silva.

Numa conferência realizada em Victoria, Espanha, Silva declarou: “quando eu estava acompanhando em solo espanhol, uma das alunissagens americanas, pude ouvir a transmissão de um dos astronautas falando da chegada de alguns seres ou objetos parecidos com os relatados pela Apollo11. O diretor do centro de controle me mandou sair da sala e não comentar nada com ninguém”.

Mais recentemente, precisamente no dia 22 de agosto de 1996, os jornais Daily Mirror e o alemão Bild Zeitung, divulgaram uma série de fotografias que haveriam vazado dos arquivos secretos da NASA.

São fotos impressionantes de Objetos Voadores Não Identificados.

Por trás dessas novas provas está o ex-consultor da NASA, Richard Hoagland, que não goza de muito prestígio no meio ufológico, que participou dos programas espaciais Mars Mission declara abertamente que a agência está ocultando informações sobre a descoberta possíveis estruturas artificiais no nosso(?) satélite.

Contradizendo as palavras de seu amigo já citadas neste texto, “Buzz” Aldrin, na presença de Neil Armstrong, declarou ao jornal La Stampa, no dia 24 de julho de 1994, declarou que teve a presença de UFOs durante toda a missão.

“Havia sempre um UFO ao nosso lado, como estivesse nos guiando ou seguindo. Pouco depois de sairmos do campo gravitacional da Terra, vimos pelas escotilhas da nave um objeto luminoso aparecer ao nosso lado”.

“Após falar com Houston pensamos que fosse os restos do último estágio da Saturno 5, mas ainda não poderíamos tê-lo visto tão rápido”.

“O que poderia ser eu não sei, nunca descobrimos, mas esse objeto nos acompanhou por várias horas e depois desapareceu”.

Por que o desinteresse tão repentino pela exploração lunar?

Não seria mais barato para a NASA criar um programa de colonização da lua ao invés de Marte? Ou será que o “nosso” satélite já está ocupado e eles não quiseram nos “alugar”.

Depois de 30 anos as perguntas ainda estão sem respostas. E muitas outras surgiram.

Quando saberemos realmente a verdade…daqui a 60 anos?

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