As misteriosas pedras que levitam

pedra-que-levitam

Em Tay NInu, Annam – Vietnã, existe uma pedra de 300 toneladas, que fica suspensa no ar sem nenhum apoio. Os nativos acreditam que o monolito levita por ondas sonoras e que alguém deve ficar murmurando um mantra (oração mágica) dia e noite para evitar que ela caia…

Na aldeia de Shivapur, perto de Poona, na Índia, existe uma pequena mesquita erguida em memória de um santo da seita dos Sufis: Qamar Ali Derviche. Ao lado do prédio repousam duas pedras de granito, redondas, de respectivamente 41 e 55 quilos. Todos os dias os romeiros invocam demoradamente Qamar Ali ao lado das pedras, praticam a imposição das mãos e depois, em número de onze, suspendem a pedra de 55 quilos até a altura de 1,70m, usando simplesmente a ponta do dedo indicador. O mesmo fenômeno se repete com apenas nove pessoas na pedra de 41 quilos.

Experiência do peso aliviado, também conhecida como pirâmide de mãos:

pedra-levitandoSão necessárias cinco pessoas para realiza-la: uma que fica sentada numa cadeira e as outras quatro (homens , mulheres ou crianças) que erguem a pessoa que designaremos pela abreviação P.

P será elevada apenas pela força de dois dedos indicadores unidos, quer dizer, a massa do corpo assentará unicamente sobre as duas últimas falanges dos indicadores. Os quatro elevadores executam a sua tentativa colocando cada um os seus dois dedos sob os joelhos, semi-flexionados, de P e sob as axilas deste. A primeira tentativa faz-se normalmente. Os elevadores depois de juntarem as mãos de indicadores estendidos, colocam-nas nas quatro articulações previstas: axilas e dobra dos joelhos. Sincronicamente, por exemplo, ao sinal de três, os elevadores tentam erguer P da cadeira em que está sentado.

Em vão. Sobretudo se P pesa entre 70 a 100 quilos! Os elevadores, com os dedos cançados, rendem-se à evidência: a tarefa é impossível, pelo menos para homens e mulheres de força mediana. Passemos à experiência propriamente dita, que será feita com os mesmos personagens. Dois homens e duas mulheres servirão de elevadores, e P, um homem de peso entre 70 a 100 quilos. Este será erguido com extrema facilidade. A maneira de colocar os dedos sob as axilas e na dobra dos joelhos é exatamente a mesma, e já não será necessário atuar simultaneamente. Mas – e aí reside o mistério – antes de efetuarem o exercício de elevação, os quatro executantes colocarão as mãos umas sobre as outras, a primeira apoiando-se na cabeça de P. As mãos colocam-se de modo que duas mãos que se tocam não pertençam ao mesmo elevador. O conjunto das oito mãos está, pois, colocado sobre a cabeça de P.

Não é necessário carregar, o simples contato basta, todavia, é certo que se tem a tendência para forçar um pouco, o que no entanto não prejudicará a experiência. É preciso contar, por exemplo, até 23 . . . ou 32 . . . o importante é que o contato das mãos se prolongue por algum tempo (doze segundos, pelo menos). Depois, ao sinal do guia do jogo (aquele que faz a contagem), os quatro elevadores desfazem a pirâmide de mãos, tão depressa quanto possível, unem os dedos indicadores, colocam-nos sob as axilas e sob os joelhos de P, que é então erguido “como uma pluma”! Mais exatamente, os seus 70 a 100 quilos, impossíveis de erguer momentos antes, parecem ter-se reduzido a 10 ou 20 quilos.

Dez vezes em dez, cem vezes em cem, a experiência é concludente. Qualquer que seja a fraqueza relativa dos elevadores (mulheres frágeis ou crianças ) e a massa de P. , Este é erguido, autenticamente projetado para o teto, se não for pesado demais e se os elevadores forem possantes. Qual a explicação do fenômeno? Ela é desconhecida tanto dos físicos como dos metafísicos.

Comente!